terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Linguagem, língua, código, literatura


Desde que o ser humano existe ele se expressa através da arte, coloca todo sua subjetividade nela, ou seja, o que ele pensa, vê e sente.
Depois do advento da escrita surgiu a linguagem literária, a arte expressa em palavras.
Com ela veio a conotação, o sentido figurado que se opõe à denotação que é o sentindo original da palavra encontrado nos dicionários.
Quando falamos em expressão, falamos em código que nada mais é do que o que usamos para nos comunicarmos, sejam gestos, figuras, expressões faciais, placas de trânsito e a própria língua que é um código linguístico.
Assim, a linguagem pode ser verbal (com uso de palavras) ou não verbal (sem o uso de palavras). Quando há as duas coisas ela é mista.
Há diversos modos de falar e escrever e é o que se chama se variedade linguística. A variedade pode ser social (coloquial e culta) ou regional (dialetos - os conhecidos sotaques).
Dessa maneira o falar certo e errado não existe mais, o que existe é a modalidade coloquial e a culta que usamos conforme o contexto que nos encontramos, assim como quando escolhemos uma roupa para sair.