segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

A mulher realmente do século XXI?

Ontem (6.12) assistindo ao programa "Saia Justa" no canal a cabo GNT, um dos principais assuntos discutidos foi a violência contra a mulher. Segundo foi dito, o Brasil é o 4º país mais violento, perdendo apenas para El Salvador, Guatemala e Rússia. A Síria, por incrível que parece está lá embaixo na lista.
Um dos pontos importantes da discussão no programa foi mostrar que vários fatores contribuem para esse tipo de violência, a família quando não apoia a mulher que é vitimizada, a mídia que mostra mulheres como objeto e os próprios homens que assistem à violência e nada fazem.
Um outro ponto interessante citado foi que o Brasil foi o último país no ocidente a acabar com a escravidão, então ficou-se ainda a ideia da mucama, da mulher da qual o homem é dono, essa ideia de propriedade (até por isso a mulher era tratada como Sra. Fulano de Tal quando se casava).
Infelizmente, muitas mulheres são dependentes financeiramente de homens violentos e outras muitas culpam a bebida, então o problema é o alcoolismo que também deve ser tratado.
Quando se fala em violência contra a mulher, não é apenas a mulher adulta, mas a criança, a adolescente, a jovem, a idosa. Deixar, por exemplo, uma criança sozinha em casa é um tipo de violência contra ela.
É importante que haja a punição, não haja a vergonha, haja o apoio da comunidade onde a mulher vive e haja uma mudança de mentalidade, pois, como foi dito no "Saia Justa", muitas meninas são criadas como princesas e os próprios estudos em pedagogia explicam que brincar de boneca e casinha é justamente para preparar a menina para cuidar da casa e dos filhos. Nada contra esse tipo de brincadeira, mas por que então não ser compartilhada com os meninos? Por que não menina jogar bola e brincar de carrinho? Se tudo isso é sugerido há muitas pessoas que irão dizer que o menino não é gay e a menina não é lésbica, ou seja, um machismo que diz que cuidar da casa e dos filhos é para mulher e cuidar do carro é para homens, como também bem mostram os anúncios publicitários de carros, produtos de limpeza e cuidados com o bebê ou as crianças. Por que em um anúncio de carro não aparecerem duas mulheres escolhendo e comprando um carro, uma mãe para uma filha ou duas amigas? Por que não mostrar o pai em um anúncio se preocupando com a roupa e os filhos?
A sociedade quer mudar, mas será que a mentalidade das pessoas aceitaria realmente essas mudanças? É algo que urge e que, vagarosamente tem que ser mudado para que homens e mulheres sejam tratados iguais e com respeito mútuo, sem violência.

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Reflexão sobre as nossas crianças, o nosso futuro

Interessante a reportagem feita pelo Fantástico (TV Globo) ontem (29/11/2015) sobre meninas que eram aliciadas e prostituídas. O pior é ver que os aliciadores eram advogados, médicos e até um missionário evangélico, profissionais que jamais se imaginaria que fariam esse tipo de coisa, um defensor da Lei que deveria mais do que conhecer e ajudar a aplicar leis como o ECA, um profissional da saúde que deveria cuidar de alguém e um evangélico que se deveria temer a Deus e fazer o bem.
Do outro lado, meninas seduzidas pelo consumismo, por produtos que os pais (ou só mães) não poderiam comprar como os mais caros celulares, por exemplo.
Fica claro que tanta coisa está errada, homens que se dizem racionais, porém que conseguem ser mais irracionais do que uma planta e meninas que estão mais preocupadas com o consumismo e ingenuamente caem em armadilhas como essas.
Homens da sociedade comum que quando chegam à política como chegaram devem fazer ainda mais estragos à sociedade.
O sexo em primeiro lugar como seres que estão no cio e não conseguem sequer pensar direito no que estão fazendo, o consumismo que seduz menores de idade. Questões com certeza para famílias, governantes e a sociedade em geral pensarem bem, o que estamos ensinando às nossas crianças quando devemos ensinar coisas que as protejam, o que foi ensinado a homens assim para que se tornassem verdadeiros monstros.


segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Raixo X Social: Talvez uma solução

Tanto se fala em educação formal como se fosse a salvação de tudo, mas não é.
É preciso, para tudo, segurança, saúde e educação formal olhar antes para o social.

Se uma pessoa vive com pneumonia em uma comunidade carente talvez seja porque essa pessoa viva em falta de condições. Se uma criança não tem interesse algum em estudar ou se desrespeita a todos, depreda o patrimônio público talvez seja porque ela não tem uma educação de base em casa.
A escola é para formar cidadãos para a continuação dos estudos e para o mercado de trabalho.

É preciso fazer um raio x da sociedade, pois, essa está com problemas e muitos problemas sociais.
Se uma criança morre em um tiroteio na favela o que não deveria haver é um lugar tão inseguro para uma criança crescer, não basta só procurar culpados e sim, tentar resolver o problema.
E isso se encaixa para preconceitos e racismos, sejam negros, brancos, pardos, mulatos, amarelos, gordos, magros, loiros, morenos ruivos...Além de preconceitos religiosos. Se uma criança é criada em uma casa onde não se ensina os valores que mostram justamente que não vale a pena ter preconceitos ou ser racista, ela vai crescer achando que isso é mais do que normal. É como as crianças mostradas pelo programa Fantástico da TV Globo ontem (22.11.2015) que são criadas para matar, para que sirvam, mais tarde o Estado Islâmico. Sendo criadas assim, elas vão futuramente achar que essas atrocidades fazem parte da vida, são comuns.

O problema é esse, não procurar solucionar realmente as causas de um problema, entender o problema, ir a fundo nele para realmente resolvê-lo. Não adianta criar Dia do Índio ou da Consciência Negra sem essa educação de valores que deve vir de casa, aliás se houvesse essa educação nem se precisaria criar esses dias e não haveria bullying ou assédio moral, a loira não seria burra, o ruivo não seria ferrugem, o branco demais não seria lagartixa, o gordo não seria rolha de poço e nem o magro seria vara de virar tripa,pois, haveria respeito.

Enfim, tudo vem dos valores de uma sociedade passados de geração em geração. E é isso que deve ser mudado.

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Gêneros

Interessante a matéria que passou no Programa Fantástico da TV Globo no último domingo: uma família nos EUA que cria seus filhos de 8 e 4 anos (um menino e uma menina) sem gênero, ou seja, as crianças podem escolher a roupa que querem vestir e o cabelo que querem ter. Além disso, não há bonecas para as meninas e nem carrinhos de meninos. As crianças brincam com brinquedos que são comuns aos dois gêneros.
O menino contou que já foi motivo de chacota na escola por ter cabelo comprido. A menina já gosta de se arrumar, se sente menina mesmo.

A Pedagogia sempre mostrou que bonecas para meninas, brincadeiras de casinha, de princesa são, na verdade, para preparar a mulher para o mundo adulto. A mesma coisa para os meninos com seus carrinhos, brincadeiras de lutas. Contudo é importante observar que estamos no século XXI que as mulheres já se emanciparam há muito tempo, que muitas executivas de sucesso deixam os maridos que ganham menos em casa cuidando da família e dos filhos. Ou, numa classe média, os dois dividem naturalmente as tarefas domésticas. Claro que há exceções, caso contrário, anúncios de sabão em pó não seriam com mulheres, porém, a sociedade está mudando e por que não preparar essas crianças para uma sociedade real, onde também, homens mais velhos usam cabelos compridos?

sábado, 24 de outubro de 2015

Halloween? Muito mais que isso!

Poucos sabem, mas o antigos Celtas, povo que viveu na Europa bem antes de Cristo, era tão ligado à Natureza que tinha os ciclos lunares e  a Roda do Ano, pois, tudo era ligado também às quatro estações e tudo era celebrado o sol, a chuva, as colheitas. A vida para eles era um ciclo natural, assim como é para todos os seres vivos.

Assim, eles possuíam os festivais chamados de Sabás. Sempre a cada solstício ou equinócio ou entre eles. Um desses Sabás era Samhain, o ano novo Celta, em 31/10 com a chegada para eles do Outono para eles no Hemisfério Norte. Nesse festival eles acreditavam que era uma noite quando era mais fácil se comunicar com outros espíritos, espíritos dos mortos.

Com a chegada do Cristianismo, a mulheres Celtas, chamadas então de pagãs, foram chamadas de bruxas apenas por acreditarem nas forças da natureza e no poder das plantas e de outros elementos naturais. E foram taxadas como pessoas do mal por não seres cristãs.
Para que fosse mais fácil a aceitação do Cristianismo, instaurou-se no dia 1/11 o Dia de Todos os Santos e dia 02/11 Finados, relacionados, claro, ao Samhain.

Assim, dia 31/10 foi chamado de Halloween, o que quer dizer “todos os espíritos”, que se transformou em Dia das Bruxas.

Uma tradição de um povo tão antigo que foi tão mudada e suas mulheres que foram taxadas de bruxas no sentido pejorativo, pois, as chamadas bruxas eram apenas mulheres totalmente ligadas à Natureza em um povo que via uma vida sem pecado e sem culpa, simples como a roda da vida plantando tudo o que se colhe.

Hoje há milhares de pessoas que são neo-pagãs, ou seja, que estão resgatando toda essa cultura e sabedoria tão grandes.


Então, no dia 31/10, Feliz Samhain (para o Hemisfério Norte) e Feliz Beltane (para o Hemisfério Sul)!

terça-feira, 8 de setembro de 2015

"Corrupção popular"



Quando se fala em corrupção lembra-se de políticos corruptos, mas a corrupção começa
pelo povo e é levada por ele até a política. Por exemplo, pessoas que não respeitam
os deficientes físicos, os idosos, que querem levar vantagem em tudo, estão cometendo
pequenos atos de corrupção. Outro bom exemplo é a educação que vai de aml a pior, mas
as famílias parecem não incentivar seus filhos a estudarem, a progressão continuada
fez crescer ainda mais a falta de vontade de estudar, alunos vão para a escola para
picharem, brincarem, menos estudarem, ou seja, para jogarem fora o dinheiro que está
ali investido para a educação.
O mesmo acontece quando as pessoas jogam lixo nas ruas, depedram patrimônio público,
pois, é dinheiro de impostos que está sendo jogado fora.
O povo precisa a tomar conta e a valorizar o que é dele, mudando essa mentalidade
saberá votar melhor e, com certeza, chegando à política com essa mentalidade tudo
mudará, não haverá corrupção assim também.

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

“Males digitais”

É fácil observar quando estamos em qualquer lugar, um restaurante, uma sala de espera, vemos as pessoas mexendo no celular. Mesmo nas ruas, nos carros também. As pessoas parecem viciadas em comunicação digital e não se comunicam mais oralmente. Relações que já estão estremecidas por falta de diálogo real, imaginemos então agora com diálogos virtuais.

Além disso, muita gente não consegue sair da frente da tela de um computador, ou de um celular, de um tablete, virou vício. A chamada “babá eletrônica” que antes era a TV, agora são todos esses aparelhos digitais. Muitas crianças ficam na frente desses aparatos tecnológicos e os pais não falam nada, pois, entretidos os filhos dão sossego. Assim, é difícil ver criança brincando de amarelinha ou queimada como antigamente e não se exercitando elas se tornam obesas.

Para o adulto ficar na frente dessas telas virou um vício como o cigarro, as drogas, a bebida que não se consegue mais deixar e se sente falta, não se aguenta a abstinência.

Tecnologia é muito bom, melhorou a vida moderna, facilitou muito a vida das pessoas, porém, como tudo na vida deve ser usada para o bem e nunca em exagero, pois, tudo o que é em exagero faz mal.

Ainda somos humanos, há coisas que são apenas humanas, não há nada de digital.




quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Notas

Nota 1: Fala-se tanto dos refugiados no Brasil e na Europa. Um assunto que tem tomado uma grande polêmica, com pessoas a favor e pessoas contra. E, como sempre, seria muito fácil de resolver se essas pessoas não precisassem sair de suas cidades natal, de seus países de origem. O que precisa ser realmente feito é resolver o problema nesses países, pois, ninguém deveria ser obrigado a fugir de onde nasceu, cresceu, construiu uma vida e uma cultura.

Nota 2: Os EUA são tidos como o berço da capitalismo, o centro de compras como Nova Iorque, Miami e Orlando. E, é incrível como o brasileiro importa toda essa cultura consumista de lá. Parece que não basta ter uma casa, é preciso ter uma mansão, não basta ter um carro é preciso ter o mais caro, não basta ter uma roupa, ela tem de ser de marca. Contudo, em um país co grandes diferenças sociais a ostentação e consumismo se tornam também perigo de assalto. Bom mesmo é ver livrarias cheias, museus e agências de viagens cheios, pois, as experiências de ler um livro, adquirir mais conhecimento em um museu e conhecer outras culturas realmente não têm preço.


terça-feira, 18 de agosto de 2015

O dever de casa de todos


Muito se fala nos dias de hoje sobre a educação formal no Brasil não estar boa, sobre os índices de analfabetismo ainda altos, índices baixos de desenvolvimento da educação medidos pelo Ministério da Educação. Mas, o investimento não deve ser feito apenas na educação básica, aquela de 1º ano do Ensino Fundamental até o Ensino Médio, porém começar com o incentivo aos estudos nas famílias, passar pela educação básica e chegar ao Ensino Universitário.
Se não há um incentivo na família a criança não entende a importância de estudar, não desenvolve o gosto pelos estudos, chega à escola sem saber o porquê de estar ali e acaba se tornando indisciplinada e fracassando nos estudos. Assim, termina mal o Ensino Médio e consequentemente não consegue um bom posto no mercado de trabalho. E, na escola, acaba atrapalhando outros estudantes que têm o incentivo, contudo que não conseguem estudar pela indisciplina causada por esses outros que atrapalham. Esses interessados mesmo não conseguindo estudar vão para as universidades. O Ensino Universitário acaba não conseguindo suprir a deficiência de uma vida escolar inteira e maus profissionais acabam sendo formados, muitas vezes maus professores que vão cair nas escolas públicas e no problema da indisciplina falado anteriormente e ainda com uma má formação.
Enfim, torna-se um ciclo vicioso. É preciso sim investir em bons cursos de formação de professores, na carreira docente, mas também é preciso conscientizar famílias e crianças sobre a importância dos estudos para que os que já têm essa consciência possam estudar e todos possam ter uma escola pública de qualidade e não apenas um depósito de crianças e adolescentes misturados com alunos interessados em estudar.

sábado, 4 de julho de 2015

Mudanças

Diminuir a maioridade penal ou não? Questão complexa que está dividindo opiniões. Quem fez realmente tem de pagar pelo o que fez, mas as cadeias, por outro lado, ficariam ainda mais superlotadas e mais e mais crimes continuarem acontecendo fazendo com que continuássemos andando com medo. Será que não seria mais sensato pensarmos em uma solução mais profunda como acabar de vez com o crime, a violência e as armas? Pensar em um país de paz onde a polícia quase não tivesse trabalho como em muitos países da Europa?
Porém, como fazer isso em um país onde ainda há racismo, preconceito, machismo, trabalho infantil...? Um país que muitos ainda morrem por imprudência nas ruas e estradas por pura falta de educação de seu povo? Um país com tanta corrupção? Onde crianças e animais são abandonados como não fossem nada? Como fazer?

Não adianta simplesmente podar as arestas, é preciso ir mais fundo, é preciso mudar a mentalidade de uma nação, preciso que haja respeito, educação, união e solidariedade. É preciso reconstruir um país que passa por uma guerra social. Será que estamos prontos?

domingo, 31 de maio de 2015

Vidas descartáveis

Assistindo a um programa na TV sobre bichos de estimação achei interessante o que o dono de um gato com problemas disse, que se livraria do bichano caso a sua agressividade fosse resolvida. Interessante porque fica claro como as pessoas simplesmente descartam seus problemas. E se ao invés de um gato fosse um marido, uma esposa, um filho? Não é à toa que há tantos divórcios hoje em dia e tantas crianças em conflitos familiares.
Trabalhando todos os dias com adolescentes vejo a mesma coisa e ouço também: "aquele lá é horrível dá até vontade de socá-lo" - quando investigamos a vida do jovem em questão entendemos o porquê de ele ser "horrível" - é excluído pela própria família e a sociedade ainda o exclui mais.
Claro que não falo de adolescentes criminosos, apenas de adolescentes comuns que perderam a vontade de estudar.
Chego a conclusão de que os lugares que deveriam ser mais humanizados como escolas e hospitais são os mais desumanizados onde o preconceito é grande e onde é mais fácil descartar do que resolver o problema. Aliás, atitude que está intrínseca na própria sociedade.
Nada é fácil, mas nada é descartável, muito menos vidas sejam humanas ou não.

domingo, 17 de maio de 2015

sábado, 11 de abril de 2015

Iguais ou pouco parecidos?

No último Globo Repórter apresentado pela TV Globo no dia 10.04.2015 a Sérvia e  seu povo foram retratados. Curiosamente, o povo daquele país foi comparado ao povo brasileiro pela alegria e hospitalidade, porém,  o que deixou uma questão no ar: será que eles também são mal educados, egoístas e violentos?

Olhando para o panorama do Brasil, a começar pela violência, não aquela por questões sociais, mas, a violência gratuita que causa a morte de alguém no trânsito por imprudência ou que faz com que alguém desça do carro e atire no outro por uma discussão besta.

O egoísmo está novamente presente nas mortes no trânsito,  quando se é imprudente não se pensa no outro e então há o egoísmo também. Contudo, quando se trata de fazer algo pensando em seu próprio bem e bem geral. E aqui entram dois fatos noticiados essa semana na televisão: o primeiro  sobre os casos de dengue que se alastram e, ao mesmo tempo, pessoas jogam lixo na rua. O segundo,  o caso das sacolinhas plásticas vendidas a 10 centavos de Real na cidade de São Paulo que, também como foi reportado na TV nessa semana,  causou polêmica havendo até pessoas que dissessem que por elas as sacolinhas iriam encalhar. Coloca-se aqui que a regra é usar um tipo de sacolinha para o lixo comum e outro tipo para o reciclável. Ideia obvia quando se pensa que em vez de comprar sacos específicos para lixo, ou que, em vez de usar sacolinhas que agridam o ambiente, as sacolinhas teriam destino certo, uma para cada lixo, além é claro, de servir para levar as compras. Tão simples tão bom para todos e para o meio ambiente, mas mais uma vez, o brasileiro pensou em si mesmo.

Dentro de tudo isso há a falta de educação, pois, um povo educado respeita os outros e o meio ambiente, não sendo nem egoísta e nem violento.

Voltando à Servia... Pelo o que foi mostrado no Globo Repórter, o  país é limpo, não há violência e parece que o povo se reúne em causa do país todo e não só de si mesmo.


Então, não podemos dizer que somos parecidos com a Sérvia, apenas em dois quesitos (alegria e hospitalidade) algo que normalmente é típico de países latinos, não só do Brasil.