segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Reflexão sobre as nossas crianças, o nosso futuro

Interessante a reportagem feita pelo Fantástico (TV Globo) ontem (29/11/2015) sobre meninas que eram aliciadas e prostituídas. O pior é ver que os aliciadores eram advogados, médicos e até um missionário evangélico, profissionais que jamais se imaginaria que fariam esse tipo de coisa, um defensor da Lei que deveria mais do que conhecer e ajudar a aplicar leis como o ECA, um profissional da saúde que deveria cuidar de alguém e um evangélico que se deveria temer a Deus e fazer o bem.
Do outro lado, meninas seduzidas pelo consumismo, por produtos que os pais (ou só mães) não poderiam comprar como os mais caros celulares, por exemplo.
Fica claro que tanta coisa está errada, homens que se dizem racionais, porém que conseguem ser mais irracionais do que uma planta e meninas que estão mais preocupadas com o consumismo e ingenuamente caem em armadilhas como essas.
Homens da sociedade comum que quando chegam à política como chegaram devem fazer ainda mais estragos à sociedade.
O sexo em primeiro lugar como seres que estão no cio e não conseguem sequer pensar direito no que estão fazendo, o consumismo que seduz menores de idade. Questões com certeza para famílias, governantes e a sociedade em geral pensarem bem, o que estamos ensinando às nossas crianças quando devemos ensinar coisas que as protejam, o que foi ensinado a homens assim para que se tornassem verdadeiros monstros.


segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Raixo X Social: Talvez uma solução

Tanto se fala em educação formal como se fosse a salvação de tudo, mas não é.
É preciso, para tudo, segurança, saúde e educação formal olhar antes para o social.

Se uma pessoa vive com pneumonia em uma comunidade carente talvez seja porque essa pessoa viva em falta de condições. Se uma criança não tem interesse algum em estudar ou se desrespeita a todos, depreda o patrimônio público talvez seja porque ela não tem uma educação de base em casa.
A escola é para formar cidadãos para a continuação dos estudos e para o mercado de trabalho.

É preciso fazer um raio x da sociedade, pois, essa está com problemas e muitos problemas sociais.
Se uma criança morre em um tiroteio na favela o que não deveria haver é um lugar tão inseguro para uma criança crescer, não basta só procurar culpados e sim, tentar resolver o problema.
E isso se encaixa para preconceitos e racismos, sejam negros, brancos, pardos, mulatos, amarelos, gordos, magros, loiros, morenos ruivos...Além de preconceitos religiosos. Se uma criança é criada em uma casa onde não se ensina os valores que mostram justamente que não vale a pena ter preconceitos ou ser racista, ela vai crescer achando que isso é mais do que normal. É como as crianças mostradas pelo programa Fantástico da TV Globo ontem (22.11.2015) que são criadas para matar, para que sirvam, mais tarde o Estado Islâmico. Sendo criadas assim, elas vão futuramente achar que essas atrocidades fazem parte da vida, são comuns.

O problema é esse, não procurar solucionar realmente as causas de um problema, entender o problema, ir a fundo nele para realmente resolvê-lo. Não adianta criar Dia do Índio ou da Consciência Negra sem essa educação de valores que deve vir de casa, aliás se houvesse essa educação nem se precisaria criar esses dias e não haveria bullying ou assédio moral, a loira não seria burra, o ruivo não seria ferrugem, o branco demais não seria lagartixa, o gordo não seria rolha de poço e nem o magro seria vara de virar tripa,pois, haveria respeito.

Enfim, tudo vem dos valores de uma sociedade passados de geração em geração. E é isso que deve ser mudado.