quarta-feira, 27 de julho de 2016

A adolescência tardia e inteligente



Hoje muito se fala na adolescência que termina apenas aos 30 anos, pois, os filhos estão demorando mais para sair da casa dos pais. Se antigamente o importante era casar e ter filhos, hoje é mais importante ter uma boa faculdade e estudar mais. Enquanto fazem tudo isso os jovens não precisam se preocupar com suas contas e podem pagar por tudo também além de juntar dinheiro para terem um carro e uma casa própria.

Depois, saem de casa com um bom emprego, às vezes vão trabalhar em outras cidades longe da família e daí amadurecem, pois, com certeza se a pessoa mora sozinha, mas tem os pais por telefone não amadurece. Sair de casa sozinha, ir morar numa cidade longe onde tudo é diferente, não ter ninguém por perto, sem poder falar por telefone para não gastar com DDD, usando apenas a internet, a coisa muda de figura e a pessoa muda também.

Muito se pensa que apenas casando, tendo filho e saindo de casa a maturidade virá, o que não é verdade. Assim, aqueles que ficaram até mais tarde na casa dos pais, depois vivenciaram uma experiência no exterior e uma experiência de morar sozinho em outra cidade, certamente vão pensar em casar apenas depois dos 35 e ter filho apenas depois dos 40 com uma vida mais segura e o que é mais importante, mais madura.

O jovem do século XXI está pensando mais amplamente, pensando em ir mais longe do que o dos séculos anteriores. A vida está mais extensa, a expectativa de vida é maior, então para que logo casar e constituir uma família se há muito mais para se fazer antes e depois curtir com calma a família e os filhos?
E também construir uma família tendo mais maturidade e experiência, o que de certo, fará com que os filhos tenham pais adultos e não pais crianças como eles.


terça-feira, 12 de julho de 2016

Educação base para chegar à universitária





Interessante como no Brasil se dá tanta importância ao ensino universitário e pedagogas que trabalham na Educação Infantil  com crianças de 0 a 5 anos são vistas como meras babás universitárias.

É preciso entender que sem uma educação de base não se chega a uma universidade. Todos, independentemente da raça, cor, credo, classe social têm direito a uma educação básica de qualidade e alcançar igualmente uma vaga na universidade sem precisar de cotas e bolsas. Basta ter esse tipo de educação e o esforço de quem realmente quer estudar e chegar à academia.


Além de universidade deveria haver cursos para ensinar ofícios como padeiro, carpinteiro, mais cursos profissionalizantes em mais áreas, e a faculdade. Tudo com qualidade para formar bons profissionais independente do nível.

Amor sem fronteiras




No canal a cabo GNT há um programa interessante chamado “Histórias de adoção”. No último episódio mostrou um casal gay  que adotou 4 irmãos, sendo que, o casal é branco. A menina mais velha tinha 12 anos e a mais nova 4.

Um grupo de irmão, isso significa que os pais abandonaram não apenas um, mas quatro filhos. E então se fala do instinto materno... Que instinto? Talvez o ser humano tenha instinto ainda de reprodução e só. Dois homens  gays com instinto materno? Não, com humanidade mesmo.


A partir do momento que se entender que ninguém é obrigado a ter filhos, a humanidade muda. As pessoas podem ter o sonho também de não ter filhos ou de simplesmente adotar por pura primeira opção, isso não muda o caráter de ninguém. Apenas no caso da adoção demonstra maior altruísmo – alguém sem seu gene, porém, com grande amor.