segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Aborto: Chegando à vaidade e monstruosidade




Hoje se fala tanto sobre a  legalização do aborto. Há os que são a favor e há os que são contra.
Pela lei brasileira só é possível abortar em caso de estupro ou de risco a uma (ou às duas vidas), ou seja, se a vida da mãe ou do filho estiverem em risco. Interessante essa parte, pois, se a mãe estiver em risco de morte, tudo bem matar a vida do filho. A vida dela tem que ser protegida. Porém, estamos falando sobre aborto, em interromper uma gravidez pelo simples fato de não querer ter um filho. Então, a vida dela está sempre protegida, a dele, às vezes por capricho não. Egoísmo que não cabe a uma mãe, aliás a ser humano nenhum. Egoísmo irresponsável por já existirem tantos métodos anti-concepcionais. Egoísmo pela mulhere estar pensando apenas nela. Egoísmo por ela ter se divertido com um homem e nenhum dois dois assumirem o que fizeram. Covardia. E ainda dizem do direito da mulher sobre o corpo dela??? O direito dela termina quando começa o do outro, de uma criança que não pediu para ser concebida, contudo o foi por pura diversão de uma mulher que não consegue assumir as consequências de seus atos e homem idem. São duas vidas negligenciando uma, como pais que não cuidam direito de seus filhos e os negligenciam, daí é crime. Hipocrisia pura.
Talvez os dois motivos da lei ainda estejam certos, mas, o que não pode acontecer é a banalização da vida, cometer pequenos assassinatos por pura vaidade, irresponsabilidade e egoísmo. Deve-se, nesse caso, pelo menos assumir a gravidez, pois, há muitas mães de verdade que querem ser mães de filhos que elas não geraram. As verdadeiras e as falsas mães.